Improvisação.
Práticas criativas para a composição melódica na música popular.
Volume 2
O volume 2 aprofunda o estudo da construção melódica, tratando dos campos harmônicos, da correlação escala-acorde, dos clichês harmônicos, turnarounds, da improvisação moderna baseada nas Estruturas Superiores. Apresenta, enfim, quatro diferentes técnicas de improvisação:
Técnica Paralela
Técnica Derivativa
Técnica do Lydian Chromatic
Técnica do Tom Comum
São traçados caminhos, tanto para o professor que quer utilizar esta obra para fins didáticos quanto para o aluno que quer estudar individualmente.
São apresentados nesse volume:
Abordagem horizontal à improvisação
Abordagem temática à improvisação
Exercícios para ligar entre si os acordes de uma seqüência harmônica
Clichês harmônicos
Correlação escala-acorde
Equilíbrio entre Som e Pausa
Desenvolvimento melódico mediante uso de células
Estruturas superiores
SubV7 e sua aplicação na composição melódica
Escalas simétricas (tons inteiros, Dom-dim, Diminuta T-S, aumentada, aumentada invertida); pentatônicas; be-bop (Jônica be-bop, menores be-bop, dominantes be-bop, superlócria be-bop, lócria be-bop, etc..)
Improvisação contemporânea
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Leia:
1) Revista "Cover Guitarra" n° 141
2) Jornal A GAZETA, 08/06/06 (livro 1)
3) Jornal A GAZETA, 29/04/08 (livro 2)
4) Crítica de Rogério Coimbra
5) Revista Afinação n°5/2006 |
"Ler essa obra de Turi Collura sobre improvisação é como estar ao lado deste italiano-brasileiro e sentir sua personalidade criativa, alegre, vibrante, generosa, sempre didática.
Aqui, o leitor encontrará uma clara oportunidade de exercitar, na sua prática musical e em tempo real, as funções do intérprete e do compositor. Se a prática da improvisação está hoje mais identificada ao músico popular, especialmente aqueles que lidam com o jazz e suas interfaces (como em diversos estilos da música instrumental brasileira), este livro mostra um caminho que poderá também ser trilhado pelo músico não familiarizado com a improvisação.
Na metodologia que vem desenvolvendo há bastante tempo, Turi reuniu estratégias com as quais o músico erudito, ao mesmo tempo fascinado e atemorizado com a prática da improvisação, irá se identificar. Se a realização da linha do baixo evoca o baixo cifrado do barroco, a improvisação temática, proposta pelo autor, aqui encontra ecos no desenvolvimento motívico clássico de Haydn e Beethoven.
Por outro lado, as dimensões vertical e horizontal da improvisação, fundamentais para o desenvolvimento do pensamento melódico e harmônico na improvisação (do canto, dos instrumentos harmônicos, dos instrumentos não-harmônicos) são também tratadas de maneira a gerar coerência no discurso musical. "
Fausto Borém
Professor da Escola de Música da UFMG
Pesquisador em Música do CNPq
Editor-Fundador da Revista Per Musi |
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